
No mundo imaginario, Íris é uma borboleta. Nao é uma borboleta qualquer, as suas asas grandes e finas revestidas um pouco de todas as cores: amarelo, verde, roxo, azul... todo o seu corpo era macio, talvez até como a seda. Era apreciada por todos os animais que por ali viviam.
Íris tem uma fadinha, daquelas que têm varinha mágica e tudo!
Numa das noites que se preparava para dormir, uma surpresa estava para vir, uma voz suave, bastante familiar. foi entao que a sua bela face, os longos cabelos ruivos e a luz que era tao caracteristica surgiram. Tudo nela brilhava, o vestido amarelo, os olhos verdes, tudo!
-Sinto-te diferente. Disse a fada.
-Os dias nao sao todos iguais. Respondeu íris. -Nem sempre tudo é colorido como eu, nem sempre consigo sorrir. Eu tento, juro que tento fadinha mas...
-Sentes-te insegura queres tu dizer!
-Insegura? nao sei o que isso é, mas sei o que sinto. É um aperto, parece que nao estou completa sabes? Por muito que eu fuja para bem longe com as minhas asas protectoras os problemas sao os mesmos...
A fadinha aproximou-se e disse:
-O mundo nem sempre é como queremos, as pessoas nem sempre sao boas umas com as outras, haverá sempre alguma dificuldade, algo para ultrapassarmos, para crescermos!
-Humm...
-A preocupaçao é um veneno para a mente. Deixa-a de lado, vive a vida, voa pelos calmos mares, ou pela robusta floresta, aprecia cada movimento teu, há borboletas que nem isso podem fazer!
-Percebo.
Dito isto, um monte de estrelas pequeninas iluminaram todas as cores daquela borboleta, toda a sua aura crescia cada vez mais e, sem mais nem menos Íris deu asas e voou, voou como nunca tinha voado, observando cada movimento da terra, porque a Íris percebeu que o mundo nao é cor-de-rosa mas, ainda assim podemos colori-lo da forma que quisermos.
Íris tem uma fadinha, daquelas que têm varinha mágica e tudo!
Numa das noites que se preparava para dormir, uma surpresa estava para vir, uma voz suave, bastante familiar. foi entao que a sua bela face, os longos cabelos ruivos e a luz que era tao caracteristica surgiram. Tudo nela brilhava, o vestido amarelo, os olhos verdes, tudo!
-Sinto-te diferente. Disse a fada.
-Os dias nao sao todos iguais. Respondeu íris. -Nem sempre tudo é colorido como eu, nem sempre consigo sorrir. Eu tento, juro que tento fadinha mas...
-Sentes-te insegura queres tu dizer!
-Insegura? nao sei o que isso é, mas sei o que sinto. É um aperto, parece que nao estou completa sabes? Por muito que eu fuja para bem longe com as minhas asas protectoras os problemas sao os mesmos...
A fadinha aproximou-se e disse:
-O mundo nem sempre é como queremos, as pessoas nem sempre sao boas umas com as outras, haverá sempre alguma dificuldade, algo para ultrapassarmos, para crescermos!
-Humm...
-A preocupaçao é um veneno para a mente. Deixa-a de lado, vive a vida, voa pelos calmos mares, ou pela robusta floresta, aprecia cada movimento teu, há borboletas que nem isso podem fazer!
-Percebo.
Dito isto, um monte de estrelas pequeninas iluminaram todas as cores daquela borboleta, toda a sua aura crescia cada vez mais e, sem mais nem menos Íris deu asas e voou, voou como nunca tinha voado, observando cada movimento da terra, porque a Íris percebeu que o mundo nao é cor-de-rosa mas, ainda assim podemos colori-lo da forma que quisermos.
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